Hoje assisti a um video super interessante. É sobre a historia da vida do senhor Sunao Nishio, um imigrante japones que dedicou-se à agricultura no municipio de Piedade, na região sudoeste de São Paulo.
Vi tambem outro video sobre a saga do senhor Sunao Nishio e sua esposa Fumiko Nishio
Assistir estes dois videos inspirou-me ainda mais a minha busca pela perfeição em meu dia-a-dia. Muito obrigado pelo belo exemplo senhor e senhora Nishio.
Amanhã, dia 20 de abril é o dia em que o senhor Sunao Nishio terminou sua grandiosa missão neste plano e partiu para o plano espiritual. Com certeza dedicarei meu sentimento de gratidão também ao seu exemplo em minhas orações.
Boa tarde, Plinio.
Sou (Sra.) Sunao Nishio, filha de Yuki e Fumiko Nishio. Um amigo me enviou o link de sua publicação com o comentário “mataram você!”, referindo-se à troca do nome do meu pai pelo meu.
Confesso que me surpreendi muito positivamente com a matéria e fiquei muito feliz de saber que a história dos meus pais tem inspirado pessoas que nós nem sequer imaginamos. Mas confesso, também, que a sua (linda) postagem aumentou muito a minha já crescente preocupação com a “desatenção” com que as pessoas, de modo geral, absorvem informações hoje em dia – sejam elas vistas, lidas ou ouvidas. E, sinceramente, me assusta a leviandade com que essas informações erroneamente absorvidas são repassadas.
Devo esclarecer, sim, que sempre houve confusão entre os nossos nomes, pois o do meu pai – Yuki, mesmo no Japão, é um nome mais frequentemente feminino (depende do ideograma usado) e o meu – Sunao – é quase sempre masculino.
No entanto, não parece ter sido o caso em sua postagem. Pareceu-me realmente consequência de desatenção. Vejamos: a informação de que o marido da Sra. Fumiko Nishio, falecido em 20/04/2011 (por sinal, sua homenagem me emocionou muito!), se chamava Yuki e não Sunao Nishio, não é nem um pouco sutil no primeiro vídeo; muito pelo contrário, fica evidente em várias passagens – a começar pelo subtítulo na abertura do vídeo, nos primeiros segundos na apresentação dele e também por volta de 9:05, qdo é anunciada a sua morte. E eu, Sunao Nishio, narradora de grande parte do segundo vídeo, tenho o nome legendado no início do mesmo.
Deixo claro que o meu maior sentimento ao ver sua matéria é de gratidão, pelo reconhecimento, carinho e respeito com que a història dos meus pais é citada. E também não estou reclamando por “terem me matado”. Mas fica o comentário para reflexão sobre como absorvemos as informações que nos são oferecidas ou mesmo aquelas que procuramos e como estamos lidando com a nossa responsabilidade na hora de retransmitir essas informações que absorvemos. Responsabilidade esta que, certamente deve ser muito maior quando a retransmissão se torna pública.
Honrada e grata,
Sunao Nishio
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Prezada Sra. Sunao, somente hoje li o seu comentário, e peço mil desculpas por este grave erro. Imediatamente editei e corrigi o texto, que escrevi apenas com a intenção de reverenciar a exemplar vida de seus pais, e com isso inspirar mais pessoas de nossa geração. Mil perdões.
Muito obrigado pelo seu alerta para que tenhamos mais atenção ao ler e retransmitir informações. Agradeço sinceramente.
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